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Archive for July, 2007

as good as it gets

desde já gostaríamos de pedir desculpa a todos os eventuais leitores deste blog – as presentes actividades estarão interrompidas durante o período de férias.

voltamos com ideias novas, ombros mais leves e muitos sorrisos*

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faltam apenas

24 horas

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all i want to do is

sleep

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assim

Todos temos maus dias e dias maus. Dias em que estamos doentes ou tristes. Dias em que choramos ou dias em uma saudade, que não tem de ser de nada nem de ninguém, nos bate à porta e se instala em nós. Todos temos dias de sonhos perdidos, de revolta ou de incompreensão, connosco e com o mundo. Todos, em determinados dias, nos sentimos perdidos, magoados ou cheios de dúvidas inenarráveis. Todos temos dias em que são os problemas (reais ou ficcionados) que nos levam a melhor. Dias que perdemos. Dias que nos perdemos. Dias que desistimos. Dias de solidão. Nestes dias, nada nos pode sossegar. Nada nos pode acalmar. Nenhum tipo de vício, jogo ou diversão nos “retira” desse buraco. Nesses dias, só uma coisa nos acalma o espírito, é o “colo” de alguém que amemos. Não o ombro, não o abraço, mas o colo. O colo daquela, e só daquela pessoa. Da nossa. É preciso ser-se muito forte, porque só os fortes o admitem, para admitir que (quando fracos) se quer muito e se precisa desse colo. Só aí nos acalmamos. Só aí conseguimos dormir tranquilos. Só aí podemos sonhar e acreditar (iludidos?) que aquele conforto é eterno. E é, enquanto dura é eterno.”

daqui

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bastidores

não é que o medo a impeça de ser quem é
só não sabe lá muito bem como é que há-de ser
não é que ela não aprecie aquilo que tem
mas dá muito mais atenção ao que pode ter
não é que o silêncio a aflija mais do que o Sol
em qualquer dos casos ela acaba por se esconder

não é que ela viva do sonho de ter alguém
mas tem uma esperança guardada de ser feliz
não é que ela não acredite em ser mulher
mas se alguém a quer e a seduz ela não diz
então ela troca as palavras e fecha a luz
e pensa outra vez que o amor lhe escapou por um triz

e ela vai e vem
vai e vem
deixa no banco tudo o que tem
ela vai e vem
vai e vem
nos bastidores não vê ninguém

não é que ela esteja encalhada junto ao farol
mas tem uma vela pintada por outra mão
não é que o vento a amachuque mais do que o Sol
porque o vento é sempre mais fraco que a solidão
como as certezas são mais caras que as opiniões
e quando ela olha para o leme não há capitão

e ela vai e vem
vai e vem
deixa no banco tudo o que tem
ela vai e vem
vai e vem
nos bastidores não vê ninguém

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under

acordei. na memória os impulsos de chocolate, iogurte e fruta.

doce e amargo.

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private ii

gosto de indies formatados

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