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Archive for the ‘dos dias’ Category

rendi-me

já sentia esta necessidade há uns tempos. depois do post anterior resolvi não adiar mais.

rendi-me aos baby blogs aqui

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desde há uns dias que tenho a sensação de o/ a sentir mas só hoje consigo dizer com toda a certeza que sim, já o/ a sinto a mexer dentro de mim.

e confirma-se: parecem ‘borboletas’ na barriga. e é muito bom (:

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estou deprimida

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i am sorry

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quase 18

nos últimos tempos tem sido interessante ver os olhares dos outros. a intriga à volta do meu corpo.

hoje assumi-me, no vestuário, entenda-se. isto pois até à data tenho evitado a evidência.

lol. os olhares são hoje mais descarados.

‘será?’

pois bem, é.

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do tempo

não sei se é do tempo, do contexto ou de alguma coisa que vi, mas o mundo entedia-me.

logo agora que tudo devia ser perfeição,  que eu devia andar lavada em sorrisos…uma chatice.

é isso, acho que vou marcar uma viagem, a ver se ‘isto’ me passa.

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27

sozinha, ao som de bon iver penso nos ingredientes deste dia.

  • um jantar especial seguido de um concerto inesquecível
  • um almoço apaziguador e uma peça de roupa em algodão para os dias de sol
  • uma flor em forma de perfume
  • um bolo de laranja cozinhado a dois
  • uma tradição de avó mais uma vez respeitada
  • doces em forma de beijos e chocolates
  • um telefonema e mensagem escrita inesperados
  • os sorrisos dos outros

obrigada (:*

update: por lapso não referi uma coisa importantíssima(!) deste dia: entre outras coisas, o meu mais-que-tudo presenteou-me com o upgrade da minha conta no flickr (pro, leia-se) por mais 2 anos :D

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coisas de ano novo

fiz ontem a minha *primeira sopa (de espinafres e feijão). partilhei-a com o antónio.

*em (quase) 4 anos

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a tua textura

a verdade surge quando, perante a eminência de mais uma despedida, te apressas em colocar o* vestido de noite num cabide na porta do armário, contrariando o inevitável sentimento de ausência.

dás-me flores e dizes que sentes a minha falta, mas este foi o momento em que vi a importância das coisas.

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com vista

deitada, aqui, ao sol, lembro-me de todas as vezes em que estivemos assim.

é a úlitma vez. o último sábado, o último sol, e tu não estás.

gosto de estar aqui, assim, deitada ao sol. pensar o quanto este sítio foi só meu. o quanto este sítio nos fez como somos. o local do abraço que justificou tudo o resto.

todos temos sítios destes. que nos fazem acreditar que o mundo pára para nos ver sorrir. gosto de lembrar o que vivi aqui. os pensamentos, as pessoas, os momentos.

será sempre nosso* aquele dia em que o mundo parou, o sol sorriu e nos olhámos nos olhos como nunca o havíamos feito. no dia. aqui, mas dentro de nós.

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