Feeds:
Posts
Comments

Archive for September, 2006

treehouse [i’m from barcelona]

I have built a treehouse
I have built a treehouse
Nobody can see us
it’s a you and me house

I’ve been climbing rocks and stones
been collecting broken bones
I’ve been swimming across the lakes
just to find this perfect place
I got lost into the woods
I’ve been covered up in mud
I’ve been going through a lot
just to find this perfect spot

Read Full Post »

let it die [feist]

Let it die and get out of my mind

We don’t see eye to eye

Or hear ear to ear

 

Don’t you wish that we could forget that kiss

And see this for what it is

That we’re not in love

 

The saddest part of a broken heart

Isn’t the ending so much as the start

 

It was hard to tell just how I felt

To not recognize myself

I started to fade away

 

And after all it won’t take long to fall in love

Now I know what I don’t want

I learned that with you

 

The saddest part of a broken heart

Isn’t the ending so much as the start

The tragedy starts from the very first spark

Losing your mind for the sake of your heart

 

The saddest part of a broken heart

Isn’t the ending so much as the start

Read Full Post »

indiscrição

  1. contas com ele, mesmo antes de o conhecer
  2. esqueces as horas nas conversas com ele
  3. és surpreendida em dias importantes
  4. confias mais nele, para os teus desabafos
  5. vives na ilusão de que já o terás conhecido
  6. queres ter os seus olhos como única imagem
  7. deitas tudo a perder para estar na sua presença
  8. queres ser igual a ele e ages como tal
  9. anseias por ser uma melhor pessoa
  10. tens os impulsos como único guia para fugir da ausência
  11. vives a tua vida a acreditar de que ele foi o único amor da tua vida

Read Full Post »

caprichos

quem me conhece sabe que sou dada a impulsos.

pois foram/são esses impulsos que me fazem dizer o que penso, a quem quero e nas situações mais estranhas.

‘podia apaixonar-me por ti’ não é coisa que se diga a um estranho, pois não?

perdoem-me esta minha incapacidade de guardar tudo para mim, mas há coisas com as quais não gosto de ser egoísta. 

Read Full Post »

‘O tempo, apenas uma unidade de medida. Insisto na ideia desde há muito. Assim desvio a hipótese de funestos efeitos desse mesmo tempo sobre a linha que é a minha vida.
Mas o tempo mata[.me.nos]o Tempo é a ruína da Humanidade. Anestesia os sentidos e inibe o sangue de pulsar. Bloqueia o sentir e, devagarinho, roe-nos as entranhas.
O tempo passa e queima-nos as extremidades que nos fazem sentir. Com o tempo a pele fica amarelada como a alma que nos habita o ser. Ficamos bafientos, a humidade entranha-se em nós… e, num dia- igual a qualquer outro – o sangue deixou de nos correr pelas veias.E com o amarelo da alma vem a incapacidade do sonho, que também chega com o tempo.
O tempo oferece-nos a evidência da solidão e da unidade. A evidência do eu livre, mas agrilhoado ao tempo.
O tempo é a água a correr, é a erosão nas rochas, é a decomposição dos corpos, da matéria. É a morte (e vida) em cada segundo.
É o saber me aqui. É a indefinição do caminho. São os meus olhos vazios. É o não haver luz. É o vazio da indefinição. É a ânsia da âncora. É a espera pelas vagas, que empurrem o corpo na costa.

Um dia acordamos e o tempo passou. À nossa volta fica o nada que fizémos com ele.’
gosto desta mistura entre a vida do que se  e a ânsia do que se . é o sabor da cereja ponto

Read Full Post »

redesenho 1

Pure Nerd 56 % Nerd, 43% Geek, 39% Dork

For The Record:

A Nerd is someone who is passionate about learning/being smart/academia.A Geek is someone who is passionate about some particular area or subject, often an obscure or difficult one.A Dork is someone who has difficulty with common social expectations/interactions.You scored better than half in Nerd, earning you the title of: Pure Nerd.  The times, they are a-changing. It used to be that being exceptionally smart led to being unpopular, which would ultimately lead to picking up all of the traits and tendences associated with the “dork.” No-longer. Being smart isn’t as socially crippling as it once was, and even more so as you get older: eventually being a Pure Nerd will likely be replaced with the following label: Purely Successful.

[via caramelo v.2.0, celofane e radionovela  e alojado aqui]

Read Full Post »

não conseguir resistir

associada à nova alteração no template [cujos únicos culpados são os Srs que gerem o wordpress, que ‘volta e meia’ acrescentam novos templates…], quero divulgar o novo nome deste espaço:

mine

pois é isso que ele é acima de tudo – simples e naturalmente um espaço meu

voltando à questão do template, não fico, obviamente por aqui :)

novas alterações surgirão quando:

  1. me apetecer
  2. me apetecer
  3. me apetecer

Read Full Post »

sem mais a dizer

depois de ter visto e revisto a primeira edição do novo semanário, a minha opinião coincide com a aqui expressa (lol)

Read Full Post »

bilhete de identidade

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas.Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber.
Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e é mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banançides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”.
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.
Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. é uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente.
O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessýria. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra.
A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

Miguel Esteves Cardoso in Expresso

Read Full Post »

remissão

peço desculpa pelos dois posts anteriores aos demais leitores deste blogue

a estranha mania de querer utilizar todas as ferramentas que o wordpress me disponibiliza e as vicissitudes do meu comportamento com os outros têm este resultado.

Read Full Post »

Older Posts »