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Archive for the ‘Coisas’ Category

da maternidade

mãe sofre.

é tudo muito bonito mas no final das contas o que é certo é que a mãe está e tem de estar sempre lá e com isso sofre.

(neste momento fisicamente, mas noutros nem por isso)

(ontem por acaso dei com este artigo com o qual me consigo relacionar – em parte pelo menos)

 

hoje estou assim, para lá de introspectiva.

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como dois e dois

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“Das coisas que não fazemos por causa dos outros fica-nos sempre uma ferida qualquer, disse-me ela um dia quando estávamos deitados no calmo mar de relva que banhava a nossa tarde. É sempre assim, diz-se aquilo que nos está obstruído na garganta quando se está num momento bom, que os bons momentos são o saca-rolhas da alma. Fiquei a saber que estávamos num desses momentos bons, mas não percebi o que é que ela tinha deixado de fazer por minha causa.
Fechei o livro que estava a ler para que a sua história não se misturasse com a minha realidade num grave acidente de palavras e ideias, fechei os olhos como se assim o impacto das suas palavras pudesse ser menor e, fechado em mim, perguntei: “O que é nunca fizeste por minha causa?”. E como o silêncio foi a resposta tornei a separar as pálpebras uma da outra, com a mesma força que se separa um filho duma mãe.
Tudo, disse ela enquanto uma gaivota me sobrevoava. Tudo? Tudo, confirmou ela. Tornei a fechar os olhos e só aí surgiu o arremesso que eu esperara antes. “Nunca fiz férias sozinha num país estrangeiro, e até deixei de usar o meu anel preferido porque tu não gostas dele”. Pensei em responder-lhe que aquilo não era tudo, que por mim podia fazer férias sozinha e usar o anel que eu não gostava à vontade, mas calei-me. Calei-me porque percebi o que ela me dizia como só pode perceber quem está deitado ao Sol e vê a vida com toda a disponibilidade que ela às vezes tem para nós. O problema não era eu, era um Amor demasiado cedo na vida, daqueles Amores que ao quarenta anos já nem sabemos se o chegaram a ser. Acho que fechei os olhos e, quando os tornei a abrir, ela já não estava.”

aqui

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do tempo

não sei se é do tempo, do contexto ou de alguma coisa que vi, mas o mundo entedia-me.

logo agora que tudo devia ser perfeição,  que eu devia andar lavada em sorrisos…uma chatice.

é isso, acho que vou marcar uma viagem, a ver se ‘isto’ me passa.

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novidades

temos luz!

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rachael yamagata

descoberta por acaso. vale a pena ouvir, muito mesmo.

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coisas de ano novo

fiz ontem a minha *primeira sopa (de espinafres e feijão). partilhei-a com o antónio.

*em (quase) 4 anos

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